
“A ARTE DO SILÊNCIO”
Certa vez, um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o vizinho acabou sendo preso. Algum tempo depois, ficou provado que o vizinho que fora preso era inocente, isso após muito sofrimento e humilhação. Por conta disso, o injustiçado resolveu processar o difamador.
No tribunal, o difamador disse ao juiz: Meritíssimo, comentários não causam tanto mal... E o juiz respondeu: Escreva os comentários que você fez sobre o rapaz, num papel. Depois pique o papel e jogue os pedaços ao longo do caminho de casa. Amanhã volte para ouvir a sentença.
O difamador obedeceu e voltou no dia seguinte, quando o juiz disse: - Antes da sentença, você terá que catar todos os pedaços do papel que espalhou ontem e os traga para mim. - Não posso fazer isso, Meritíssimo... Respondeu o difamador, o vento deve tê-los espalhados por tudo quanto é lugar e já não saberei onde estão. - Então o juiz completou: - Sim, o vento os espalhou... Da mesma maneira como também um simples comentário maldoso espalhado ao vento, pode destruir a honra de um homem... Espalha-se a tal ponto que não poderemos mais consertar o mal causado.
MORAL DA HISTÓRIA:
"Se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada". "Sejamos senhores de nossa língua, pra não sermos escravos de nossas palavras". "Nunca se esqueça: Quem ama não vê defeitos....Quem odeia não vê qualidades...E quem é amigo vê a duas coisas".
Crônica de autor desconhecido
Por: Roger Correia Freire
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